Dia 8 – Turquia – Konya

Mevlana 2

Depois de outra noite de sono no oniıbus, as costas ja exigem aquele massagista quiropratico.

Era 6 da manha e muito frio. Dormımos na rodoviarıa entre cutucoes de policiais para nao dormir, até as 8 horas.

Fomos ao ponto de onibus do lado do ponto de taxis, ou taks.

Perguntamos pelo Festival Mevlana e algumas pessoas nos ajudaram no micro-onibus. Fato estranho é ver poucas mulheres na rua, se ve lugares inteiros apenas com homens. E quando ve alguma mulher, a porcentagem de a ver com veu depende da cidade. Ele nao e obrigatorio, mas teoricamente serve para esconder a beleza, o que nao impede de as mulheres usarem vestidos de couro de saia longa e manga longa, que sao muito sexys.

Depoıs de um longo tempo, pois apesar de quase todas as cidades serem planas, os onibus dao uma mega volta. Chegamos no museu de Mevlana, que tem exposiçoes de fotografia, objetos antigos usados pelos sufis e uma mesquita bem dıferente das outras que ja haviamos vısto. De certo que tambem era um museu, mas havia algo que pudemos gravar… apesar da proibiçao.

O receptaculo da barba do Profeta Mohammed, o Maomé.

Dias depois nos foi dito que o Profeta quando fazia sua barba, deixava em alguns lugares, que acabou sendo utilizado dessa maneira.  Naquele momento me senti na İdade Médıa, pois as pessoas, apesar de ser proibido a representaçao de Maomé, estavam adorando aquela caixa.

“Algumas coisas nao mudam…”

Neste espaço conseguimos gravar 3 entrevistas sensacionais com europeus, sobre o contexto politico e religioso deste lugar.

Logo descobrimos que o verdadeiro festival nao era ali. Mas em outro espaço colossal a uns 500 metros dali, facilmente detectavel pelas suas duas piramides como estrutura.

Havia sopa de graça e rapidamnente fizemos amizade com uma esp

anhola, que nos disse o que nao esperavamos:

– Os ingressos estao esgotados ha dois meses.

O show de Sema ia começar e nao havia outra opçao… iriamos entrar mesmo sem ingresso.

Prımeıra fase: Detector de metais.

Como todos estavam comendo a sopa em pretos de papel laminados, a maquina nao parava de tocar.

Segunda fase: Resvista de mochila.

Nao entramos nem muito cedo, nem muito tarde para os padroes… nao normais. Entramos quando uma turba tentava se esmagando entrar também. Ninguém quis perder tempo com minha mochila da Quechua gigante. Passamos rapidamente.

Terceıra e Ultima fase: İngresso.

Como todos os ingressos haviam se esgotados dois meses atras, percebemos que foram todos de compra on-line, oque so sıgnificava uma coisa: muito papel sulfıte. Pegamos entao um monte de brindes e uma folha sulfite que tinhamos conosco. O Arthur foi na frente, gravando tudo. Bastou ele pegar todos os brindes e se confundir em outra lingua , enquanto mais de cem pessoas em purravam atras para ele passar.

Eu cheguei até a hora de entrar e quando mulheres enlouquecidas enfiavam o papel no rosto do homem responsavel pelos ingressos, eu girei a pequena trave metalica que separava-me da outra fila, para o outro lado, alargando meu ponto de fuga, até que calmamente passei sem erguer nenhum papel.

Estavamos dentro.

Mevlana-1

O show foı meio lento a principio, pois era um solo. Porém, nao demorou para os sufis entrarem e, em meio a tantas cores e sons, fazerem um espetaculo muito bonito.

Saimos antes de acabar para pegar o onibus e outra tarde e note em uma cadeira.

As 11 horas da noite chegariamos na Capadocia…

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