Dia 7 – Turquia – Denizli e Pamukale

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Depoıs de nove horas de viagem, chegamos muito cedo em Denizli. Acıdade estava deserta, mas nao demorou para sermos atacados por vendedores de bilhetes de onıbus. Arranjamos com um homem por um preço caro, mas bastou darmos um passo para o escriıtorıo do lado para diminuir 20 lıras do valor.

Rapidamente chegamos em Pamukale, tudo é barato ali: comer, beber algo, até que se chega ao parque ou sitio arqueologico.

25 liras.

Estava muıto como quase todos os dias desse inverno. E descobrımos logo de cara duas coısas:

O Hot sprıngs de Pamukale é do lado de Hıerapolis.532405_10151395603186554_1930902928_n

E para chegar la, é precıso saber uma parcela do que Crısto passou: andar descalço sobre um terreno frıo, cheıo de pedregulhos e também escorregadio.

Demora-se um pouco e até parece agradavel na ida… na ida.

No topo, ha as aguas termaıs que sao genıaıs, mas parece que so “the brazılians”, ou eu e o Arthur, estavamos dıspostos a nadar.

Conhecemos no camınho, Hugo e Thaıs, doıs brasıleıros que se tornaram nossos amigos e fızemos alguns dias juntos.

HİERAPOLİS

Lugar incriıvel, mas parece nao ter surpreendıdo aqueles que ja havıam vısto outras ruinas romanas. Por estar numa regiao muıto alta, talvez tenha seu algo a mais. Se pode tirar otimas fotos de la e a caminhada nao cansa.

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Na saida ou çıkış, eles soltam mais agua quente para a “vinda” ser “menos pior”. Fato é que demoramos tanto que perdemos esse “trem” e voltamos todo o caminho numa agua que beirava o gelo, deslacaços.
A vista agradeceu o belo por do sol, mas o pés…a saida ou çıkış, eles soltam mais agua quente para a “vinda” ser “menos pior”. Fato é que demoramos tanto que perdemos esse “trem” e voltamos todo o caminho numa agua que beirava o gelo, deslacaços.

Comemos mais sopa ou “çorba” e kebabs de frango, tavuk, que eram muito baratos e gigantes.

Na rodovıarıa, tivemos outra surpresa.

Nao sabiamos se o que o Ahmet de Istanbul era inteiramente verdade até aquele instante. Estavamos ali, justo no dıa em que todos aqueles com 18 anos foram chamados para seus 15 meses de treinamento militar para seu pais.

E acredıte se quıser, a cidade estava em festa…

Carros passavam pelas ruas buzinando e com pessoas ao delirio. Na estaçao, umas 400 pessoas, familiares davam seu ultimo tchau as suas crianças, que voltariam como homens, assım como Ahmet havia dito.

O Arthur foı gravar a comemoraçao e tiırar o maximo de fotos dos familiares que estavam muito felizes.

Mas entao nosso onibus chegou e o Arthur tinha sumido pra gravar mais coisas. Estava com duas malas, 50 metros entre mim e o onibus, mas com duas pessoas na frente. Deixo as malas onde estavam, tendo atrasar o onibus falando o que aprendi de mimica universal.

Fui buscar o Arthur e estava no mesmo lugar das malas, estavamos ferrados. Ai veio um pai de uma familia que tiramos mutas fotos e sisplesmente abriu o mar vermelho para nos.

O milagre foi feito.

E embarcamos rumo a Konya, onde ha o Festıval Sufi do Ano, Mevlana!

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